Um pescador me contou

O rancho de Antonio e a lenda do minhocão do Rio Paraguai

A beira do Rio Paraguai, na margem oposta a que cresceu Corumbá (MS), Antonio, 58 anos, trabalha como caseiro de um pequeno rancho que um empresário da cidade aluga para turismo de pesca. Ribeirinho da região do Castelo, 60 quilômetros rio acima, sempre morou a beira da água. Mudou-se de lá há alguns anos para que as filhas pudessem cursar o ensino médio em Corumbá. Não se adaptou a cidade.

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