Assembléia da APUFSC discute greve

Texto e fotos: Matheus Alves de Almeida (matheusalvesdealmeida@gmail.com)

A Assembleia Geral extraordinária do Sindicato de Professores da Universidade Federal de Santa Catarina (Apufsc), com 54 pessoas presentes ou acompanhando através do streaming na internet, discutiu a atual mobilização sindical no Brasil. O grupo não possuía poder de deliberação devido a falta de quórum – eram necessários 133 docentes para votar encaminhamentos. A próxima assembleia deve ocorrer durante as duas primeiras semanas do mês de Julho.

A diretoria do sindicato abriu a discussão com a convocação de um pronunciamento do representante da Sintufsc, e passou em seguida para uma análise do grau de mobilização dos sindicados de professores das insituições de ensino federais por todo o Brasil. Segundo levantamento da assessoria de imprensa da Apufsc, das 63 universidades federais, 17 votaram contra a deliberação de greve, sete tem indicativo de greve e 16 estão em greve. Outras 18 instituições tem reuniões agendadas para discutir a mobilização durante o mês de junho.

Apenas a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) estão completamente paralisadas. O presidente da Apufsc, Wilson Erbs destacou que nas duas instituições a greve foi aprovada devido a pauta da categoria, e também a problemas nas condições de trabalho.

A contagem de universidades em greve do Andes Sindical é diferente da realizada pela Apufsc, pois o primeiro sindicato contabiliza campus diferentes como universidades diferentes. Para o Andes, 24 instituições estão em greve.

Desde 2009, quando foi criada a Apufsc, o movimento sindical da UFSC foi dividido e a maior parte dos docentes é filiada ao novo sindicato.

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