Pornô sobre mulheres, mas não para mulheres

“Em sua rotina, Angel Lima, atriz pornô mais premiada do Brasil, trabalhava quatro vezes por semana, sem ter noção de quando chegaria em casa. Depois de passar horas se maquiando, seguia para a sessão de fotos, onde se posicionava da forma como o diretor quisesse, por quanto tempo precisasse. No entorno, os colegas de trabalho a assistiam, esperando o momento para entrarem sob os holofotes quentes e juntarem a ela.  Uma hora depois, com atores e diretor satisfeitos, agradecia-os pelo trabalho — que sempre terminava em orgasmo para eles, mas quase nunca para ela — e recebia do produtor os 700 reais que faziam o trabalho valer a pena, há cerca de dois anos.”

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