Buracos, buracos e mais buracos

Texto e fotos: Marília Quezado (mariliaquezado@gmail.com)

Basta sair de casa para perceber que as calçadas não são efetivamente para pedestres. Essas faixas, segundo a Lei Federal nº 9.503/97, são“parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano, sinalização, vegetação e outros fins”. No entanto, são inúmeras as pessoas que estacionam e andam de bicicleta nas calçadas.

A legislação também garante que as calçadas devem atender as necessidades de diferentes pessoas como deficientes visuais, cadeirantes ou uma senhora que anda a pé. Mas, o que vemos são calçadas danificadas, sem acesso, com obstáculos como postes e pontos de ônibus ocupando boa parte da via, tornando difícil a locomoção.

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No entorno do campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) ou no Centro de Florianópolis, essas infrações ficam evidentes. Estudantes apressados correm o risco de machucarem o pé ao passar pelas calçadas da Praça Santos Dumont, em frente ao Shopping Trindade, ou ao atravessar o acesso ao estacionamento do CSE e CCJ.

O planejamento e construção das calçadas é feito pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano. A manutenção, porém, é de responsabilidade das pessoas que moram imediatamente em frente ao local, segundo o Instituto de Planejamento Urbano (IPU). Veja abaixo a ilustração de como deveria ser a calçada ideal.

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