Documentário traz imagens raras da ilha

A cidade de Florianópolis completa 287 anos amanhã, 23 de março. Para comemorar a data, o Cotidiano apresenta o documentário “Volta à ilha em 16mm”, produzido pelo jornalista Luiz Tasso Neto – como projeto de conclusão de curso, e cedido pela TV UFSC. O filme resgata imagens raras da ilha, gravadas entre 1938 e 1943 por Edla Von Wangenheim.

14 comentários em “Documentário traz imagens raras da ilha

  • 28 de setembro de 2014 em 3:39
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    POR COISAS ASSIM É QUE EU, QUE VIM DO PARANÁ E MOREI AQUI PELA PRIMEIRA VEZ EM 1946/47 E VOLTEI EM 1975 CHAMO ESTA ILHA DE “MARA-V-ILHA”. PARABÉNS POR TEREM DISPONIBILIZADO PARA TODOS ESSA “HORA DA SAUDADE” TÃO GOSTOSA…

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  • 30 de julho de 2013 em 12:15
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    Pura emoção….. minha família, Kruger era vizinha do Barão, onde hoje está a Pizzaria Hurt, . Adorava os dias de consulta quando ia ao palacete e me deliciava nos jardins. Dr. Udo também foi meu professor! Muito bom revê-lo neste documentário. À ele e sua família, votos de felicidades. Vivo fora do Brasil e “devoro” as notícias da terrinha e essa foi emocionante….ficam as saudades do que não está mais em nosso cotidiano, porém permanece em nossa memória e em nosso coração.

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  • 25 de julho de 2013 em 19:04
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    REALMENTEUMA BELEZA ESTA RARIDADE, VER A NATUREZA EM SUA PUREZA, SEM CONSTRUÇÕES, PARABENS A TODOS.

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  • 8 de julho de 2013 em 16:13
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    Maravilha de documentário. Meus sinceros parabéns!

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  • 28 de junho de 2013 em 2:14
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    Parabéns, lindo lindo lindo, estou remetendo para minha rede, como é bonita esta história, obrigado por disponibilizar na net, cheguei aqui pela vez primeira em 1962, quando trabalhava na br-101 quando da sua implantação, estou aqui até hoje e, muito feliz.
    Luiz Parracho

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  • 28 de junho de 2013 em 0:47
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    Parabéns a familia do Barão von Wangnheim por disponibilizar essa aula de História sobre a ilha e Santa Catarina numa época tão difícil para os descendentes de alemães não só em Florianópolis mas em toda Santa Catarina.

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  • 28 de junho de 2013 em 0:21
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    Parabéns pelo trabalho. Ao professor , ao jornalista, pela pesquisa realizada. E mais uma vez, Edla Von Wangenheim , deixa um excelente material, pois também conhecemos parte de seu acervo fotográfico.

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  • 27 de junho de 2013 em 18:33
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    Confesso que emocionei-me ao ver tão belas e raras cenas da nossa querida Florianópolis dos anos de 1938 a 1943. É uma riqueza ímpar. Sou natural de Tubarão, mas moro em Florianópolis desde 1972 e amo esta terra como se minha fosse. Os meus amigos adoraram. Parabéns ao jornalista Luiz Tasso Neto!

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  • 23 de junho de 2013 em 13:51
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    Sensacional! Fantástico! Trouxe-me à lembrança meus tempos de criança. Parabéns à Família do Udo por ter permitido divulgar filmes que trazem tempo tão bons e belos da nossa querida Ilha. Parabéns.

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  • 21 de junho de 2013 em 2:36
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    Bom saber que além da nossa memória, das fotografias e das poucas construções que a ignorância e a soberba deixaram edificadas, também restaram por acaso filmes feitos por pessoas sensíveis ao modo de vida despretencioso do ilhéu. Do puxar a rede na Canasvieira ao passar a balsa no canal da Barra. Saudades tenho dos passeios no trapiche do cáis Frederico Rola e das canoas no mercado. Tempo em que se comia bijú na porta do engenho e se pescava na lagoa à luz da pomboca… é, o tempo passou.

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  • 16 de junho de 2013 em 21:16
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    Emocionante… .Relembrei minha infância vendo estas belas imagens.
    Os olhos umedeceram… .Dona Edla merece nosso reconhecimento e admiração.Obrigado a Família que recuperou este Patrimônio maravilhoso e nos deu este inigualável presente.

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  • 16 de junho de 2013 em 0:00
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    Parabens tanto pela recuperação quanto pelo reconhecimento do quanto as famílias alemãs derfam até mesmo ao coração “açoriano” de Santqa Catarina. Viajei, ainda jovedm, no “Ana” desde Santos até Florianópolis. E, em 1969, conheci o Barão von Wangenheim na mansão de sua família. Parabenizo a todos os dedicados à memória da formação deste Estado.

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  • 15 de junho de 2013 em 15:44
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    Fantastico!
    É preciso reaver a historia e muitas coisas devem estar perdidas por aí.
    Vou tentar entrar em contato com a Cinemateca Brasileira pois possuo filmes 8 e Super 8mm desde os anos de 50 e que estão danificados.

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  • 15 de junho de 2013 em 2:08
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    Parabéns à família da cineasta, que colocou à disposição da sociedade catarinense esta joia rara. Cheguei a esta terra em 1961, com 5 anos, e nunca havia visto imagens semelhantes da “nossa” ilha.

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