Especial “Reverbere” mergulha na cena musical de Florianópolis
Reportagens trazem imersão nas diferentes expressões culturais que compõem a capital catarinense
Explorando diferentes formatos narrativos do jornalismo, em texto, áudio, foto e vídeo, os repórteres – estudantes de Jornalismo da UFSC – mergulharam na cena musical de Florianópolis. O resultado foi o “Reverbere – um especial sobre as vozes da ilha”, que reúne reportagens sobre diversos gêneros musicais, como choro, samba, rock, funk e hip hop, e sobre a cena como profissão na capital catarinense.
O especial é produto final da disciplina optativa Jornalismo Especializado em Cultura, do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, sob orientação da professora Tattiana Teixeira. “Acredito que o especial, mais do que um exercício de uma disciplina, acabou se transformando em um retrato muito rico da cena musical de Florianópolis, explorando temas que nem sempre recebem o destaque devido na imprensa local”, afirma a orientadora.
Entre as histórias abordadas, os leitores encontram uma fotorreportagem sobre o Centro leste, principal ponto de encontro da cena cultural de Florianópolis. Com muito espaço para protagonismo feminino, o “Reverbere” também traz uma reportagem sobre o choro Mulheril, um perfil da sambista Maria Helena e as mulheres que vem construindo seu espaço no rock em Florianópolis.

Diversificando ainda mais os gêneros musicais pelas ruas da capital, os repórteres abordaram a batalha de rap na Alfândega, berço do hip hop na ilha, e funk manezinho, que vêm formando uma identidade única entre um dos gêneros musicais mais consumidos do país.
O cenário cultural como profissão também foi analisado através das histórias de drag queens que vem ganhando espaço como DJs nas casas noturnas da capital, e bailarinos catarinenses que compõem balés de artistas nacionais.
Indo além, a “Reverbere” fala sobre a cena do teatro musical em Florianópolis, a música nas religiões de matriz africana e como forma de terapia, com a banda Kósmika, criada em um dos centros de atenção psicossociais de Florianópolis.
As reportagens foram feitas por Amanda Kovalczykovski, Beatriz Figueiredo, Crizan Izauro, Érica Zucchi, Isadora Dymow, Juliana Carvalho, Kelly Patrício, Malena Lima, Marcelo Pedrozo, Maria Fernanda Honório, Maria Isabel Miranda e Sofia Leal. As artes de capa são de Isadora Dymow e identidade visual de Gabriel Elias, com edição de Gabriel Elias e Gabriela Mariotto.
O material pode ser acessado aqui ou ainda pelo site do projeto Cotidiano na aba “Especiais”.