Onde os instrumentos musicais se tornam o som da cidade

Fernanda Felizari (fernandaf3007@gmail.com)

Entre a melodia de um sax, uma buzinada e outra, os sons dos instrumentos se misturam às sirenes, aos telefones tocando e às vozes da rua. Se parar à frente da antiga estrutura rosada, localizada no centro da cidade, pode até estranhar. Porém, talvez seja nisso que a arte se resume,  na mistura de todas as coisas, e no silêncio que nunca chega.

Nas últimas semanas, a Escola Livre de Música de Florianópolis passou por dificuldades, e o estudo de quase 700 estudantes ficaram ameaçados. A instituição, que é mantida pela Prefeitura através da Fundação Franklin Cascaes (FCC,) só possuía recursos garantidos  para funcionar até julho. Mas nessa quinta-feira (28), o presidente da FCC, André Calibrini, afirmou que a escola tem um papel muito importante para a cidade e os recursos estão garantidos.

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O espaço atende gratuitamente há três anos e possui mais de 700 estudantes matriculados. Além da unidade no Centro, onde trabalham dez professores, há outra no Campeche, com 6 professores concentrados no ensino do violão. O financiamento da estrutura é feito através de repasses da Lei Rouanet de incentivo à cultura. O ingresso do alunos é feito por edital público, e possui critério sócio-econômico.

 

 

 

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